11.1.12

Amor, Êxito, Riqueza

(Desconheço autor)

Uma mulher regava o jardim de sua casa e viu três idosos com os seus anos de experiência em frente ao seu jardim.

Ela não os conhecia e lhes disse

- Não os conheço, mas devem estar com fome.

Por favor entrem em minha casa para que possam comer algo.

Eles perguntaram:

- O homem da casa está ?

- Não, respondeu ela, não está.

- Então não podemos entrar, disseram eles.

Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou-lhe o sucedido.

O marido lhe disse:

- Então vá lá e diga a eles que já cheguei e os convide para entrar.

A mulher saiu e convidou os homens para entrarem em sua casa..

- Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos.

- Por quê?, quis saber ela.

Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou:

O nome dele é Riqueza.

Depois apontou para o outro.

O nome dele é Êxito e eu me chamo Amor.

Agora entre e decida com o seu marido

qual de nós três, vocês desejam convidar para entrar em vossa casa.

A mulher entrou em casa e contou a seu marido o que eles lhe haviam dito.

O homem ficou muito feliz e replicou:

- Que bom!

Já que é assim, vamos convidar a Riqueza, que entre e encha a nossa casa.

Sua esposa não estava de acordo:

- Querido, por que não convidamos o Êxito?

A filha do casal estava escutando tudo e veio correndo a dizer:

- Não seria melhor convidar o Amor?

Nosso lar ficaria então cheio de amor.

- Vamos escutar o conselho de nossa filha, disse o esposo à sua mulher.

Vá lá fora e convide o Amor para que seja nosso hóspede.

A esposa saiu e perguntou-lhes:

- Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso convidado.

O Amor sentou-se em sua cadeira e começou a avançar para a casa.

Os outros dois também levantaram-se e o seguiram.

Surpresa, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:

- Só convidei o Amor, por que vocês estão vindo também ?

Os homens responderam juntos:

- Se tivessem convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois permaneceriam aqui fora,

mas já que convidaram o Amor, aonde ele vai, nós vamos com ele.

Onde houver amor, há também riqueza e êxito.

10.1.12

Milho gigante

(Desconheço autor)

 Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu “Milho Gigante” da feira da agricultura do município. Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo o seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.

Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao aborda-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto.

O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos. “Como pode o senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente do seu milho gigante com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?” – indagou o repórter. O fazendeiro pensou por um instante e respondeu:

- Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.

Ele era atento ás conectividades da vida. O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada. Assim é também em outras dimensões da nossa vida. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem tem que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes tem que ajudar os outros a encontrar a felicidade.

9.1.12

Eclesiástico, 2

1. Meu filho, se entrares para o serviço de Deus, permanece firme na justiça e no temor, e prepara a tua alma para a provação;

2. humilha teu coração, espera com paciência, dá ouvidos e acolhe as palavras de sabedoria; não te perturbes no tempo da infelicidade,

3. sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência, a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça.

4. Aceita tudo o que te acontecer. Na dor, permanece firme; na humilhação, tem paciência.

5. Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata, e os homens agradáveis a Deus, pelo cadinho da humilhação.

6. Põe tua confiança em Deus e ele te salvará; orienta bem o teu caminho e espera nele. Conserva o temor dele até na velhice.

7.1.12

Como pode ?

(Desconheço autor)

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia. Ele começou a conversar com o barbeiro e conversaram sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem, eles começaram a falar sobre Deus.O barbeiro disse:

- Eu não acredito que Deus exista como você diz."

- Por que você diz isto?" - o cliente perguntou.

- Bem, é muito simples.Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse,você acha que existiriam tantas pessoas doentes?

Existiriam crianças abandonadas?

"- Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas."

O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.

Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos. Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado.

Então o cliente voltou para a barbearia e disse ao barbeiro:

- Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem."

- Como assim eles não existem?"- perguntou o barbeiro.

- Eu estou aqui e eu sou um barbeiro."

- Não!" - o cliente exclamou. Eles não existem, porque se eles existissem não existiriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está andando ali na rua."

- Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas"

- Exatamente!"- afirmou o cliente.

- É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo."

O pato e a esponja

(Extraído do livro "Como liderar pessoas difíceis")


É preciso que aprendamos a nos tornar impermeáveis

Por acaso você já observou o que acontece com os patos quando dão seus mergulhos na lagoa? Eles simplesmente não se molham. Suas penas são cobertas com uma camada de óleo, tornando a ave impermeável. Ele retira cuidadosamente o óleo, da glândula uropigial, com o bico e o espalha por todo o corpo. Se você lavar um pato com detergente, ele se afogará no primeiro mergulho. Mas o pato não é a única ave privilegiada com esta proteção. Praticamente metade das aves possuem a tal glândula.

Ao liderar pessoas difíceis é fundamental desenvolver um mecanismo de proteção parecido com o do pato. De alguma maneira, é preciso que fiquemos “impermeáveis”. O grande erro é deixar que o temperamento difícil de uma pessoa se torne referência para você e para todos ao redor.

Se alguém fala alto demais em seu ambiente de trabalho, não vai demorar muito para que todos comecem a se comunicar aos berros. Será a vitória do erro. É preciso que aprendamos a nos tornar um pouco surdos, mantendo um jeito sereno de falar. Impermeáveis. O silêncio falará mais alto que os gritos, e a serenidade será a referência determinante para aquele ambiente.

O problema é que, além de não sermos "patos", muitas vezes, nos comportamos como verdadeiras "esponjas".

Temos a trágica capacidade de absorver tudo. Se alguém vomita num lugar público, logo buscamos um balde d'água para limpar o lugar. Porque não fazemos o mesmo com as pessoas que vomitam mau humor, inveja e raiva?

Absorver estes sentimentos como uma esponja é tão asqueroso e prejudicial quanto absorver o vômito alheio
Se pensássemos desta maneira, não ficaríamos com tanta facilidade nos remoendo em ressentimentos. Prestou atenção nesta palavra? Vou repetir "re-sentimento". É sentir de novo o que já fez mal da primeira vez. Recebemos uma ofensa, basta a dor uma vez só. Mas preferimos comentar sobre o fato ressentidamente com alguém, depois com outro e mais outro... Ao final do dia já "re-sentimos" a mesma dor várias vezes. Jogue um balde d'água nessa sujeira! O perdão é o melhor remédio. Seja pato.. não seja esponja.


6.1.12

O teste das 3 peneiras

(Desconheço autor)

Um Funcionário chegou a seu chefe e disse:

Chefe, eu vim conversar com o senhor sobre um problema , problema muito sério.

O chefe pois não pode falar:

O senhor não me conhece, pois eu estou aqui na empresa uns três meses só, e eu queria dizer ao senhor que eu não gosto de fofoca, tenho horror a fofoca (geralmente quando a pessoa diz que não gosta, adora) pois bem , ta acontecendo um problema lá na minha seção com meu colega de serviço , o fulano... espere um pouquinho disse o chefe:

- Antes de você citar o nome de seu colega , quero te perguntar uma coisa. O senhor já fez o teste das 3 peneiras? Não! Que teste é esse ?

- Aqui na nossa empresa antes da gente falar mal de alguém, a gente tem que fazer primeiro o teste das 3 peneiras. O senhor sabe quais são as peneiras? Não! Perfeito.

- 1ª peneira – a peneira da verdade, Deus falou para não mentir.

- 2ª peneira – a peneira da bondade

- 3ª peneira – a peneira da necessidade

Vamos repetir:

- 1ª peneira – Verdade

- 2ª peneira – Bondade

- 3ª peneira – Necessidade

O funcionário disse: Eu não sabia dessas peneiras

O chefe: Então vamos passar na peneira.

1ª Peneira? peneira da verdade: Isso que o senhor vai falar sobre seu colega, o senhor tem certeza absoluta que é verdade? Bom! certeza eu não tenho, mas a pessoa que me falou... espera ai, respondeu o chefe: Isso não me interessa! O senhor viu? È na verdade eu não vi. Então não pode falar, tem que ter certeza que é verdade. Ou você acha? Ou ta pensando que é verdade? Ou isso é um sentimento? Aqui tem que ser verdade. O funcionário respondeu:

Não posso garantir ao senhor. Então não pode falar. Já não passou na 1ª peneira. Vamos ver a 2ª. Qual é a 2ª peneira?

2ª Peneira? peneira da Bondade: E o que é ser bom ? Ser bom é se colocar no lugar do outro, isso é ser bom. O chefe disse: Isso que o senhor queria dizer a respeito de seu colega, se tivesse acontecido com você, você gostaria que alguém ficasse sabendo? Você gostaria que alguém viesse comentar comigo, caso isso tivesse sido feito por você? Ele respondeu:

Para falar a verdade, gostaria não! Então já não passou na 2ª peneira.

Mas tem ainda a 3ª peneira. E qual é? A peneira da Necessidade!

Então prosseguiu o chefe: É absolutamente necessário , que eu fique sabendo isso que o senhor queria me falar a respeito de seu colega? Vai mudar alguma coisa na sua vida ou na minha? È, na verdade. Não!

Então pra que falar? Nisso o funcionário abaixa a cabeça e vai saindo, e o chefe diz: Escuta, espere um pouco, chega até ele e diz . Que o Senhor tenha Misericórdia de ti!

5.1.12

Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:

(Desconheço autor)

- Mestre, por que devemos ler e decorar a Bíblia se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.

O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo.

Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:

- Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.

O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto sujo, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta.

Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada. O mestre perguntou-lhe:

- Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:

- Aprendi que cesto de junco não segura água.

O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo.

Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:

- Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?

O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:

- Que cesto furado não segura água.

O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa.

Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias.

Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:

- Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:

- O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.

O mestre, por fim, concluiu:

- Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa na verdade, é que através deste processo a sua mente e a sua vida ficam limpos diante de Deus .

4.1.12

A Lógica De

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.

Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples: - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

Albert Einstein

3.1.12

O preço de um resgate

(Desconheço autor)

A missa transcorria dentro do normal quando o jovem padre, no lugar dos avisos finais, chamou um Senhor para que esse lhes contasse uma história. Depois dos costumeiros cumprimentos, disse aos que lá estavam:

- O que vou contar a vocês aconteceu há alguns anos atrás. Um pai, seu filho e um amigo dele estavam navegando em pleno mar aberto quando foram surpreendidos por uma tempestade. Mesmo sendo experiente, o pai não conseguiu evitar que a força das ondas arrastasse o seu filho e o amigo para dentro do mar. Sem demora o pai pegou a única bóia de resgate que havia e teve que tomar uma difícil decisão: a qual dos jovens deveria lançar a bóia. Não tinha muito tempo.

Sabia que seu filho era temente a Deus, serio cumpridor dos mandamentos; mas seu amigo infelizmente não era. Como a angustia aumentava na medida em que a tempestade também ficava pior, o pai não teve duvidas. Gritou ao seu filho:

- Querido, sabes que eu te amo e que Deus é todo misericordioso, lança-te nas mãos d'Ele e recomenda-te a Maria Santíssima! E atirou a bóia para o outro, salvando-o. Seu filho, no entanto, desapareceu nas ondas e nem mesmo seu corpo foi encontrado. Todos olhavam com atenção, e ele concluiu:

- O pai, tomou essa decisão, pois sabia que seu filho, morrendo, iria para Deus, mas temia pelo destino de seu amigo, que trilhava o mal caminho. Por isso escolheu abandonar o filho e salvar o outro.

Depois dos aplausos, no final da missa, um jovem veio ao encontro do senhor e disse:

- Foi uma bela história. Reconhecemos nela o Amor que Deus tem para conosco, entregando Seu Filho para a nossa salvação. Mas, no caso real, será que esse pai agiu corretamente, apostando a vida do seu filho na conversão do outro? Será que este se converteu?

E o senhor, numa dor expressiva, concluiu:

- Compreendo o que você diz. Pode ser que ele não tivesse visto bem a realidade no angustiante momento de tomar aquela terrível decisão. É bem possível. Mas tenho algo a lhe dizer: É que esse pai sou eu, e o amigo de meu filho, é este jovem padre, seu Pároco.

Moral da Historia: muitas vezes devemos sacrificar o que nos agrada para que possamos ver a graça ou o milagre que Jesus quer fazer em nossa vida. Sacrifício significa amor, confiança e entrega. Deus reserva o melhor pra você, confie no Seu Amor e se lance na Sua Misericórdia.

2.1.12

O segredo da vitória

(Desconheço autor)

Todos na pequena aldeia estavam eufóricos, e não falavam em outra coisa a não ser no grande evento que estava para acontecer e que causou grande repercussão também nas vilas e cidades vizinhas. “É o evento do ano”,diziam alguns otimistas.
Felizes mesmos estavam os comerciantes locais pois a festa prometia.
As redes hoteleiras apelavam para os moradores e suas casas propondo um convenio, uma vez que os quartos de hotéis e pousadas lotados.
A data da abertura se aproximava, e os turistas iam se aproximando cada vez mais.
Os especuladores abriram a bolsa de valores da vila para mais um dia de grandes apostas. “Caso haja um ganhador, ele levará todo o dinheiro, se não o dinheiro será dividido com os moradores da cidade”, propôs o prefeito.
Há anos que não havia vencedor nessa maratona: um percurso de 40 quilômetros com um sol de quase 40 graus desafiava qualquer homem por mais bem preparado que estivesse, um teste de resistência humana.
As apostas aumentavam e uma multidão em ônibus, carros,cavalos e charretes chegava de todos os cantos, inclusive da capital. A razão de os participantes terem aumentado dez vezes mais em relação ao ano anterior se deu porque a empresa que estava premiando também dobrou o premio, de R$ 50 mil para R$100 mil.
Nicanor era só otimismo. Gabão como ele só, vivia dando autógrafos ate para cachorro que passava na rua. Ele convocou a imprensa para dar entrevistas e declarar que o prêmio estava no papo. E quando saia as ruas não podia ver um turista tirando fotos que entrava no meio: “Vai tirar foto do grande campeão!”
O grande problema enfrentado por todos os participantes era o povo local, pago pelos patrocinadores para desestimular os participantes com palavras de morte:

“Nicanor, desiste meu filho”, dizia dona Maricota.

“Que nada, dona. Esse prêmio está na mão!”, rebateu.

“Lembra do Dicão? Morreu nessa maratona. O sol castigou seus miolos”, insistiu a mulher.
“Vira essa boca pra lá, mulher! Eu vou resistir até o fim e vou vencer!, determinou.
Querendo dividir o prêmio, todos os moradores investiam pesado contra os participantes.
Chegou o grande dia e os atletas esperavam o prefeito atirar para o alto dando inicio à maratona: Bang! Todos saíram em disparada sendo liderados por Nicanor. E a multidão acompanhava cada quilometro percorrido pelos atletas, torcendo pela desistência de cada atleta.
“Desista, não vão conseguir!”, gritou a multidão. De repente, um homem toma a dianteira, nos últimos dez quilômetros, dentro da cidade, aumentando o coro: “Vai perder!”
Porem, ele conseguiu o inédito, cruzando a linha de chegada e entrando para a história da cidade como o primeiro homem a vencer o duplo desafio: o sol e as palavras de morte do povo.
Na entrevista, todos queriam saber qual foi o segredo da sua vitória. É que ele, apesar de estar preparado, era surdo!

Deus não vai perguntar

Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.

Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.

Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.

Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.

Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.

Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.

Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.

E eu me pergunto: que tipo de respostas terei para dar?

Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.

Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!  (Whit Criswell)